Com uma máquina adquirida por R$ 2 mil, dados pessoais comprados pela internet num site de hackers e um notebook, três homens tentaram dar um golpe com a clonagem de quatro cartões de crédito de forma incomum. Eles solicitavam às operadoras cartões nos próprios nomes e inseriam na tarja magnética dos documentos informações das vítimas. No ato da compra, a nota impressa não identificaria que se tratava de falsificação.
Nessa modalidade de crime, geralmente os cartões são confeccionados com os dados de outras pessoas. A investida não teve êxito porque a operadora desconfiou da fraude. Anteontem, os acusados tentaram efetuar uma compra em uma loja , e foram presos após a polícia ser acionada.
A falsificação foi descoberta depois que os acusados tentaram, por dois dias seguidos, efetuar uma compra na mesma loja, nos valores de R$ 4 mil e R$ 5 mil. Na primeira vez, o cartão excedeu o limite. Na segunda, não conseguiram porque houve problema com a máquina do estabelecimento. A operadora do cartão confirmou para a polícia que os documentos haviam sido desmagnetizados.
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