Policial é preso acusado de assassinato de aPolicial é preso acusado de assassinato de advogado.
Um policial militar foi preso anteontem sob a acusação de ter participado do assassinato do advogado criminalista Paulo Clélio de Almeida, 43 anos, morto com 25 tiros no dia 28 de fevereiro, em Itaquera (zona leste). Segundo a Polícia Civil, o soldado, de 32 anos, era investigado havia dez dias e foi preso em São Mateus (zona leste) portando uma pistola 9 mm, de uso restrito das Forças Armadas. O delegado Benedito Silveira, do 53º DP (Parque do Carmo), disse que outros três acusados de envolvimento no crime estão identificados, mas continuam foragidos.
Seguidores
sexta-feira, 16 de março de 2012
Polícia Civil prende acusado de estuprar a filha de 7 anos.
Polícia Civil prende acusado de estuprar a filha de 7 aPolícia Civil prende acusado de estuprar a filha de 7 anos.
Policiais civis do 58º DP (Vila Formosa) prenderam na manhã desta quarta-feira (07), o operador de máquina J.S. de 44 anos, acusado de estuprar a própria filha de sete anos. A mãe da criança foi até a delegacia e passou todos os detalhes do suspeito. A delegada Karina Procópio dos Santos e investigadores foram até à casa do operador, na ...avenida João XXIII, Vila Formosa, zona leste da Capital. Quando chegaram, ele estava tentando fugir. “Não percebeu a viatura, estava com duas malas grandes e entrou no coletivo. Os investigadores pararam o ônibus, fizeram a abordagem, ele não reagiu e nos acompanhou até a delegacia. Depois, confessou a prática de abuso sexual contra a própria filha”, explica a delegada de plantão do 58º DP. A agilidade foi importante para impedir a fuga, explica Karina: “A mãe veio até nós, forneceu os dados e como o local era próximo, conseguimos chegar antes que ele fugisse”. Foi solicitado exame de corpo de delito para a criança. As investigações continuam e aguardam o resultado do laudo.
Policiais civis do 58º DP (Vila Formosa) prenderam na manhã desta quarta-feira (07), o operador de máquina J.S. de 44 anos, acusado de estuprar a própria filha de sete anos. A mãe da criança foi até a delegacia e passou todos os detalhes do suspeito. A delegada Karina Procópio dos Santos e investigadores foram até à casa do operador, na ...avenida João XXIII, Vila Formosa, zona leste da Capital. Quando chegaram, ele estava tentando fugir. “Não percebeu a viatura, estava com duas malas grandes e entrou no coletivo. Os investigadores pararam o ônibus, fizeram a abordagem, ele não reagiu e nos acompanhou até a delegacia. Depois, confessou a prática de abuso sexual contra a própria filha”, explica a delegada de plantão do 58º DP. A agilidade foi importante para impedir a fuga, explica Karina: “A mãe veio até nós, forneceu os dados e como o local era próximo, conseguimos chegar antes que ele fugisse”. Foi solicitado exame de corpo de delito para a criança. As investigações continuam e aguardam o resultado do laudo.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Pesquisa: consumo de crack começa a substituir bebidas alcoólicas
A facilidade de acesso e o baixo custo do crack estão fazendo com que a droga se alastre pelo país. Uma pesquisa divulgada na segunda-feira (7) pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que o crack está substituindo o álcool nos municípios de pequeno porte e áreas rurais. Nos grandes centros, uma pedra de crack custa menos de R$ 5.
Dentre os 4,4 mil municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade. A droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, disse a pesquisa.
O custo efetivo das ações de combate ao crack e outras drogas nos municípios chega a mais de R$ 2,5 milhões. De acordo com o CNM, faltam profissionais capacitados e verbas destinadas para a manutenção das equipes e dos centros de atenção que dever
O relatório mostra que 63,7% dos municípios enfrentam problemas na área da saúde devido à circulação da droga. A fragilidade da rede de atenção básica aos usuários, a falta de leitos para a internação, o espaço físico inadequado, a carência na disponibilidade de remédios e a ausência de profissionais especializados na área da dependência química são os principais entraves apontados pelos gestores municipais.
Em relação à segurança pública, os principais problemas estão relacionados ao aumento de furtos, roubos, violência, assassinatos e vandalismo. Existem ainda apontamentos em relação à falta de policiamento nas áreas que apresentam maior vulnerabilidade.
Outra questão revelada pela pesquisa é a fragilidade da rede de Proteção Social Especial e do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), que tem como objetivo trabalhar as demandas dos usuários de drogas. Estes serviços são deficitários em 44,6% dos municípios.
De acordo com a pesquisa, um dos grandes problemas é a falta de controle das fronteiras do país. “O efetivo policial é pequeno, mal remunerado e pouco treinado para enfrentar a dinâmica do tráfico de drogas.”
Outro fator relevante, segundo o CNM, é o papel que as indústrias produtoras de insumos usados no preparo do crack desempenham. “A grande questão é a fiscalização da venda desses produtos, que atualmente é feita de maneira insuficiente.”
A primeira pesquisa da CNM, divulgada em dezembro do ano passado, mostrou que 98% dos municípios pesquisados confirmaram a presença do crack em sua região. Em abril, a confederação lançou o portal Observatório do Crack para acompanhar a situação dos municípios, com informações sobre o consumo, os investimentos e os resultados das ações de combate à droga.
Dentre os 4,4 mil municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade. A droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, disse a pesquisa.
O custo efetivo das ações de combate ao crack e outras drogas nos municípios chega a mais de R$ 2,5 milhões. De acordo com o CNM, faltam profissionais capacitados e verbas destinadas para a manutenção das equipes e dos centros de atenção que dever
O relatório mostra que 63,7% dos municípios enfrentam problemas na área da saúde devido à circulação da droga. A fragilidade da rede de atenção básica aos usuários, a falta de leitos para a internação, o espaço físico inadequado, a carência na disponibilidade de remédios e a ausência de profissionais especializados na área da dependência química são os principais entraves apontados pelos gestores municipais.
Em relação à segurança pública, os principais problemas estão relacionados ao aumento de furtos, roubos, violência, assassinatos e vandalismo. Existem ainda apontamentos em relação à falta de policiamento nas áreas que apresentam maior vulnerabilidade.
Outra questão revelada pela pesquisa é a fragilidade da rede de Proteção Social Especial e do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas), que tem como objetivo trabalhar as demandas dos usuários de drogas. Estes serviços são deficitários em 44,6% dos municípios.
De acordo com a pesquisa, um dos grandes problemas é a falta de controle das fronteiras do país. “O efetivo policial é pequeno, mal remunerado e pouco treinado para enfrentar a dinâmica do tráfico de drogas.”
Outro fator relevante, segundo o CNM, é o papel que as indústrias produtoras de insumos usados no preparo do crack desempenham. “A grande questão é a fiscalização da venda desses produtos, que atualmente é feita de maneira insuficiente.”
A primeira pesquisa da CNM, divulgada em dezembro do ano passado, mostrou que 98% dos municípios pesquisados confirmaram a presença do crack em sua região. Em abril, a confederação lançou o portal Observatório do Crack para acompanhar a situação dos municípios, com informações sobre o consumo, os investimentos e os resultados das ações de combate à droga.
Reação a assaltos mata metade das vítimas
Neste ano , quase metade das vítimas que reagiram a assaltos no Estado de São Paulo morreu, segundo levantamento, no período de 1 de janeiro a 31 de março foram divulgados 97 assaltos e em 23,7% das ocorrência, as vítimas reagiram por meio de ações como tentativa de fuga ou de desarmar o suspeito, de luta ou perseguição após o roubo consumado.
Em 10 dos 23 casos de reação -ou seja 43,4% dos assaltos a vítima acabou morrendo. Em dois casos, duas vítimas do mesmo roubo morreram, totalizando assim 12 assassinatos e em sete casos, as vítimas foram baleadas.
BRASIL É LÍDER EM HOMICÍDIOS DE JOVENS
Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância-Unicef, divulgado neste ano, coloca o Brasil em primeiro lugar no ranking mundial de homicídios de jovens por que 81 mil adolescentes, de 15 a 19 anos, foram assassinados entre 1998 e 2008.
O levantamento também aponta que 38% dos adolescentes brasileiros vivem em situação de pobreza e é o grupo etário mais vunerável ao desemprego, á violência, á degradação ambiental, entre outros indicadores de redução de qualidade de vida.
De acordo com o coordenador do Progama de Cidadania dos Adolescentes do Unicef no Brasil , Mário Volpi, os jovens brasileiros estão mais expostos á violência do Tráfico de drogas, ás falhas das políticas de segurança e á pobreza.
O levantamento também aponta que 38% dos adolescentes brasileiros vivem em situação de pobreza e é o grupo etário mais vunerável ao desemprego, á violência, á degradação ambiental, entre outros indicadores de redução de qualidade de vida.
De acordo com o coordenador do Progama de Cidadania dos Adolescentes do Unicef no Brasil , Mário Volpi, os jovens brasileiros estão mais expostos á violência do Tráfico de drogas, ás falhas das políticas de segurança e á pobreza.
Lei estadual institui " Dia do Investigador de Polícia "
A Associação dos Investigadores de Polícia do Estado de São Paulo , neste ano, conta com mais uma vitória.
A Assembleia Legislativa de São Paulo, aprovou o Projeto de Lei n 832/10, de autoria do deputado Campos Machado, a pedido da AIPESP, que transformou na Lei n 14.575/11, sancionada pelo governador, e que instituiu o " DIA DO INVESTIGADOR DE POLÍCIA", o qual deverá ser comemorado, anualmente, em todo o Estado, no dia 23 de dezembro" , informou o presidente Vanderlei Bailoni. A data já e comemorada na cidade de São Paulo, pois a pedido da AIPESP e indicação do vereador Claudio de Souza, foi sancionada a Lei Municipal n 14.275, de 30/03/2007.
Assinar:
Postagens (Atom)



